Será possível no futuro ter uma nova definição de aparelhos de som conjugados em um só, ou seja, três em um ou outro formato novo junto incluso, formando novos formatos de áudio em um único aparelho doméstico de som?
Sim, é possível que no futuro tenhamos uma nova definição de aparelhos de som conjugados em um único dispositivo doméstico. Na verdade, essa tendência já está em andamento. Vamos explorar algumas direções.
1. Integração de funções: Atualmente, já existem aparelhos que combinam alto-falantes, amplificador, streaming de música, rádio online, assistente de voz e conectividade Bluetooth/Wi-Fi em uma única unidade. As soundbars são um exemplo: elas substituem caixas acústicas múltiplas e ainda incluem decodificadores de áudio surround e entradas HDMI.
2. Formatos modulares: No futuro, poderão surgir sistemas modulares onde o usuário escolhe módulos de fonte (streaming, toca-discos, CD player) e de saída (alto-falantes, subwoofer) que se encaixam em uma base comum. Isso permitiria personalizar o sistema sem ocupar espaço excessivo.
3. Áudio imersivo integrado: Com o avanço de codecs como Dolby Atmos e áudio baseado em objetos, um único aparelho poderá projetar som tridimensional no ambiente, eliminando a necessidade de múltiplas caixas posicionadas ao redor da sala.
4. Controle inteligente: A integração com assistentes de voz (Alexa, Google Assistente) e automação residencial permite que o equipamento de som seja parte de um ecossistema inteligente, respondendo a comandos e se adaptando à rotina do usuário.
5. Conectividade total: O futuro tenderá a eliminar cabos, com transmissão sem fio de alta resolução (AirPlay 2, DLNA, Bluetooth LE Audio). Um único aparelho pode ser o hub que recebe áudio de múltiplas fontes e o distribui para caixas sem fio em outros cômodos.
Portanto, a resposta é sim. A definição de "três em um" ou "novo formato" já está evoluindo para algo mais integrado e flexível. O que antes era um conjunto de rádio, CD e cassete, hoje pode ser um alto-falante inteligente que toca música de qualquer serviço, controla dispositivos da casa e ainda serve como interfone. O limite é a criatividade e a demanda dos consumidores por simplicidade e qualidade.
Algumas empresas já trabalham em conceitos de "som total" onde um único dispositivo substitui todo um sistema de som. É uma tendência natural da miniaturização e da conectividade.